A declaração de Felipão direcionada ao goleiro Marcos

Escudo da CBF (Foto: Reprodução)

Luiz Felipe Scolari relembrou quando contou ao ex-goleiro Marcos que o escolheu para ser o titular na Copa do Mundo 2002. O então técnico da Seleção Brasileira relatou em tom bem humorado como o ídolo palmeirense tentou recusar a escolha.

“Eu? Mas porque eu?”, disse Marcos. 

Scolari diz que o goleiro elegeu Dida e Rogério Ceni, então em Corinthians e São Paulo, como mais capacitados: “Eu fico aqui quietinho”.

Em 2025, completará 25 anos da última conquista do Brasil em Copa do Mundo. Sob o comando de Felipão a Seleção Brasileira conquistou 7 vitórias em 7 jogos, sagrando-se pentacampeão invicto e com 100% de aproveitamento. No jogo derradeiro contra a Alemanha, Ronaldo Fenômeno marcou duas vezes e garantiu o título brasileiro.

A conquista eternizou vários nomes do Brasil, como o camisa 9. Mas também serviu para elevar o patamar do titular da meta brasileira a “São Marcos”. 

Antes de se eternizar como campeão mundial, Marcos já havia participado de uma Copa das Confederações, quando foi vice-campeão, em 1999, e de uma Copa América, da qual foi vitorioso, no mesmo ano.

Em 2002, Marcos se tornou ídolo de toda uma nação, mas antes já era referência técnica dentro de campo do Palmeiras. Multicampeão pelo clube, já ostentava 4 Campeonato Paulista, 2 Torneio Rio-São Paulo, uma Copa do Brasil, uma Copa Mercosul, uma Copa Libertadores da América e 2 Campeonato Brasileiro, entre outros títulos.

Ele é considerado um dos maiores ídolos do Palmeiras, bem como o melhor goleiro que jogou pelo clube. Ao todo, foram 533 partidas, se tornando o sétimo que mais entrou em campo pelo Alviverde. Ele também é aquele que mais tem defesas de pênalti na história da Copa Libertadores da América, com 11.

Marcos jogou apenas pelo Palmeiras em toda a carreira, atuando de 1992 a 2011. Pela Seleção Brasileira, somou 29 partidas disputadas e também o título da Copa das Confederações em 2005.