Flamengo

Flamengo é o clube não europeu que mais faturou com vendas na base

O Flamengo recentemente alcançou uma posição de destaque no cenário mundial de futebol, conforme indicado pelo mais recente levantamento do Observatório de Futebol CIES. A equipe carioca figura como o clube não europeu mais bem colocado em termos de vendas de atletas formados na base, ocupando a impressionante 13ª posição no ranking global. Esse feito é notável, especialmente considerando que o Flamengo superou diversos clubes europeus renomados.

Ao longo dos últimos dez anos, o Flamengo gerou receitas substanciais através de suas vendas, totalizando 228 milhões de euros, o equivalente a cerca de R$ 1,219 bilhão. Uma observação interessante é que a maior parte desse valor foi acumulada nos últimos quatro anos, entre 2019 e 2023, período em que o clube arrecadou 162 milhões de euros, em comparação com os 66 milhões de euros obtidos entre 2014 e 2018.

Dentre as transferências mais lucrativas, destacam-se as vendas de Vinicius Júnior para o Real Madrid por 45 milhões de euros e Lucas Paquetá para o Milan por 20 milhões de euros. Outra venda notável foi a de Reinier, também para o Real Madrid, por 35 milhões de euros. Estas transações evidenciam o sucesso da estratégia do Flamengo em investir e desenvolver talentos em suas categorias de base, especialmente a partir de 2019, quando houve um aumento significativo no número de jovens vendidos para clubes estrangeiros.

No panorama global, o Benfica, de Portugal, lidera o ranking do CIES com uma receita de 516 milhões de euros. Outros clubes como Ajax, Lyon, Real Madrid e Chelsea também figuram entre os 15 primeiros. Além do Flamengo, outros clubes sul-americanos como River Plate, Palmeiras, Santos e São Paulo se destacam no ranking, demonstrando a crescente influência do futebol sul-americano no mercado global de transferências.

O Flamengo, junto com outros clubes brasileiros como Fluminense, Grêmio, Corinthians, Vasco e Athletico Paranaense, figura entre os 100 melhores clubes do mundo no que diz respeito à geração de receita com jogadores formados em suas bases, segundo o levantamento do CIES. Este fato reforça a importância e o valor das categorias de base no futebol brasileiro e sul-americano como um todo.

Kayo Silva

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