Rodrigo Caio durante uma coletiva pelo Grêmio (Foto: Lucas Uebel/GFBPA)
O zagueiro Rodrigo Caio foi apresentado oficialmente pelo Grêmio na véspera do Gre-Nal 442. O defensor, que estava sem clube desde que deixou o Flamengo no final de 2023, recebeu a camisa 30 e afirmou ter deixado as lesões para trás. Rodrigo garantiu que está saudável e até brincou com a possibilidade de fazer uma plástica no joelho direito, mencionando que o problema físico não o impede de atuar.
Rodrigo Caio, cuja principal dúvida era a condição física, assegurou estar bem para ajudar o Grêmio. Ele não atua desde dezembro do ano passado, mas afirmou que seu joelho está bom e que está mentalmente preparado. Durante o primeiro semestre de 2024, Rodrigo optou por ficar em casa com a família e se preparou por conta própria, mantendo a forma física e aproveitando para descansar a mente.
— O meu joelho é meio feio, mas não dá problema. Estava pensando em fazer plástica se melhora (risos). Tive uma lesão com 15 anos de idade, uma fratura na patela. Desde então, minha patela é assim. Parece mais inchada. Tive que me contentar, porque não tinha muito o que fazer. Com o passar dos anos vai ficando mais deformada. Nosso corpo reage dessa forma. Me adaptei a isso, meu corpo também. Por isso jogo até hoje, disse o defensor.
Além de Rodrigo Caio, o zagueiro Jemerson também foi apresentado pelo Grêmio. Contudo, por ser uma negociação de meio de temporada, Jemerson só poderá estrear após a reabertura da janela de transferências em 10 de julho. Rodrigo, entretanto, já está regularizado e até ficou no banco de reservas na derrota para o Fortaleza, o que demonstra a confiança do clube em seu retorno aos gramados.
Jemerson, que anteriormente atuava pelo Atlético-MG, comentou sobre as críticas que recebeu no clube mineiro. Ele afirmou que as contestações fazem parte do futebol e que não deixa isso afetar seu desempenho. Jemerson destacou que jogou com vários treinadores durante sua passagem pelo Atlético-MG, provando sua capacidade e resiliência.
— Sobre as contestações, faz parte do futebol. Todo atleta terá isso, em toda área. Não deixo isso me afetar. Evito ouvir coisas e foco no meu futebol, sendo o que eu controlo. Foram quase dois anos nessa segunda passagem. Tive três ou quatro treinadores e joguei com todos. Não foi à toa. Acho que fiz mais jogos bons que ruins. Agora é uma nova fase, novo ciclo, disse ele.
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