Erick Pulgar em ação pelo Flamengo contra o Botafogo (Foto: Marcelo Cortes/Flamengo)
Nesta sexta-feira (5), o Superior Tribunal de Justiça Desportiva liberou o relatório que apurou as denúncias de John Textor, dono da SAF Botafogo, sobre manipulações de resultado no futebol brasileiro. No documento, o Flamengo e outros seis clubes são apontados pelo órgão como ‘vítimas’.
O relatório, auditado por Mauro Marcelo de Lima e Silva, apresenta 50 páginas e concluiu que “foram imprestáveis as provas apresentadas por Textor” sobre possíveis fraudes na manipulação de resultados. O auditor pede, então, que o dono da SAF Botafogo, seja multado em R$ 2 milhões de reais e suspenso por seis anos pelas declarações sobre o tema.
O inquérito de número 121/2024 descreve Flamengo, Atlético-MG, Bahia, Fortaleza, Grêmio, Palmeiras e São Paulo como “vítimas”, assim como nove árbitros do futebol brasileiro. São eles: Braulio da Silva Machado (3 vezes), Rafael Rodrigo Klein, Rafael Traci, Ramon Abatti Abel, Raphael Claus (2 vezes), Rodrigo José Pereira de Lima (2 vezes), Sávio Pereira Sampaio, Wagner do Nascimento Magalhães e Wilton Pereira Sampaio.
No relatório consta, ainda, os nomes dos jogadores de Fortaleza e São Paulo, acusados por John Textor, sem provas, de participação em esquema de manipulação. Os atletas do Fortaleza citados foram: Fernando Miguel (hoje no Ceará), Juninho Capixaba (Red Bull Bragantino), Marcelo Benevenuto (Coritiba) e Tinga.
Já do São Paulo, os jogadores acusados pelo dono da SAF Botafogo foram: Beraldo (hoje no PSG), Caio Paulista (Palmeiras), Diego Costa, Gabriel Neves (Independiente) e Rafinha.
Uma das acusações de John Textor girou em torno de um jogo entre Flamengo e Botafogo, realizado no dia 2 de setembro de 2023, comandado pelo árbitro Raphael Claus. O relatório do empresário afirmava que o Fla “teria sido beneficiado com dois gols em posição de impedimento, interferindo no resultado final”.
O documento do STJD também divulga os argumentos do Flamengo. Em resposta às acusações, o clube disse que “o relatório usado como prova foi unilateral e produzido pelo próprio acusador”, e que “a imparcialidade dos árbitros, contratados pela CBF, e concluiu que as acusações são infundadas, resultantes da insatisfação do Botafogo pela derrota”.
O Superior Tribunal de Justiça desportiva concluiu, portanto, que as “infrações desportivas – inclusive criminais – foram graves e devastadoras”.
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