As Olimpíadas de Paris terminaram no último final de semana. O Brasil encerrou o evento com 20 medalhas, ficando na vigésima colocação no quadro de medalhas.
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Os brasileiros viveram muitas emoções na torcida pelo país durante os jogos. Alguns dos esportes que traziam esperança de medalha infelizmente acabaram não vingando, como foi o caso do tênis de mesa.
Sobre o esporte, conhecido por muitos como “ping-pong”, foi revelado que também há exames de antidopagem. Em vídeo publicado pela Cazé TV no Instagram, o controle realizado foi explicado.
As raquetes dos atletas passam por avaliações para evitar fraudes e garantir uma disputa justa. O processo é dividido em três etapas.
Primeiramente é feita a avaliação do formato da borracha colada na raquete. Em seguida, são medidos a espessura da borracha, da esponja e da cola. Por fim, é feita a detecção do gás utilizado na cola da raquete.
Assista o vídeo:
@cazetvoficial TÊNIS DE MESA TAMBÉM TEM DOPING! 👀⚠️ Tem que tomar cuidado, jogador! 😬 As raquetes dos atletas de tênis de mesa passam por um controle nas #OlimpíadasNaCazéTV… Em caso de reprovação da raquete, o atleta obrigatoriamente tem que substituí-la. 😱 Sabia dessa? 🤔 A partir de 11h, você acompanha nosso Hugo Calderano, vamos torcer demais! 🇧🇷 #jogosolimpicos #paris2024 #brasil #tenisdemesa #vocesabia ♬ som original – CazéTV
A delegação brasileira contou com seis representantes do tênis de mesa nos jogos olímpicos de 2024, três mulheres e três homens. São eles: Bruna Alexandre, Bruna Takahashi, Giulia Takahashi, Hugo Calderano, Vitor Ishiy e Guilherme Teodoro.
Embora o tênis de mesa não tenha rendido medalhas para o Brasil, Hugo Calderano conseguiu elevar sua posição no ranking mundial do esporte, se tornando o terceiro colocado.