A declaração de Fabrício Bruno após eliminação do Flamengo na Libertadores

Fabricio Bruno durante jogo contra o Palmeiras, pela Copa do Brasil, no Allianz Parque (Fotos: Gilvan de Souza/Flamengo)

Nesta quinta-feira (26), o Flamengo não saiu do 0 a 0 com o Peñarol, no segundo jogo das quartas de final da Copa Libertadores da América. No entanto, como perdeu o primeiro confronto, o Rubro-Negro está eliminado do torneio continental.

Ao final da partida, Fabrício Bruno lamentou a eliminação e pediu desculpas à torcida do Flamengo.

Fizemos um jogo muito abaixo dentro do nosso estádio e aqui conseguimos fazer um grande jogo, impor o nosso ritmo, mas infelizmente não conseguimos o gol. É pedir desculpas ao torcedor e seguir adiante na temporada para conquistar títulos. Sim, sim, é difícil, a equipe do Peñarol sabe se defender, as equipes do (técnico Diego) Aguirre são assim. Pedir desculpa ao torcedor e seguir adiante -, disse.

Como citado, o Flamengo perdeu o primeiro confronto por 1 a 0, jogando em casa, no Maracanã, com o apoio da Nação Rubro-Negra. O revés complicou – e muito – a vida do Rubro-Negro no torneio continental.

Para tentar estar o mais focado possível no duelo, o Flamengo poupou todos os jogadores considerados titulares no último jogo, contra o Grêmio, pelo Campeonato Brasileiro. O Fla manteve 12 atletas no Rio de Janeiro apenas para treinar, mas nitidamente a atitude não foi suficiente.

O Flamengo foi bastante superior ao Peñarol no primeiro tempo, tinha a posse de bola, mas não era efetivo. Desperdiçou chances importantes, perdeu gols que não poderia, e não demonstrou criatividade. O time se baseou em bolas longas e cruzadas na área, que também não surtiram efeito.

Tite demorou a mexer para o segundo tempo, mas as alterações também não mudaram o panorama. Na etapa final, o Flamengo viu o tempo encurtar, ficou nervoso, errou demais, e além disso, esbarrou na catimba uruguaia, que parava muito a partida e ganhava tempo.

Com o empate, o Flamengo está eliminado da Copa Libertadores da América e vê a pressão aumentar sobre Tite e, também, sobre os jogadores.