Camisa do Vasco 2024 (Foto: Reprodução/Instagram)
A ação que corre na 27ª Vara Cível de São Paulo, e que recentemente teve negado o pedido de segredo de justiça, trouxe à tona quase 400 páginas de um processo envolvendo o Vasco da Gama SAF e a 777 Partners. Ao todo, as 394 páginas divulgam detalhes do acordo de acionistas firmado entre as partes, incluindo compromissos financeiros e condições para uma possível revenda da SAF.
O vínculo entre o Vasco e a 777 Partners, firmado pouco tempo após o acordo de compra e venda da SAF, já mostra sinais de ruptura. A empresa americana, que estaria enfrentando problemas financeiros e se aproximando da falência, agora busca vender sua participação para um terceiro interessado. A decisão do judiciário brasileiro de tornar públicos os contratos expôs os termos do acordo.
Embora nem todas as informações financeiras tenham sido reveladas, o documento divulgado detalha algumas das obrigações da 777 Partners com o Vasco. No total, os investimentos previstos somam R$ 1,428 bilhão, divididos em três partes:
Além disso, o contrato previa investimentos “extras” destinados à competitividade da equipe. Para as temporadas de 2022 e 2023, estavam previstos R$ 360 milhões, com mais R$ 250 milhões para o período entre 2024 e 2026. Outro investimento extra incluído no acordo foi de R$ 25 milhões em infraestrutura até o final da atual temporada do futebol brasileiro. Caso essas obrigações não fossem cumpridas, a 777 Partners não teria autorização para distribuir dividendos aos seus acionistas.
Outro ponto relevante do acordo são as condições impostas para uma eventual revenda da Vasco da Gama SAF. O contrato inclui uma cláusula de “lock-up”, que impede a revenda da SAF enquanto o pagamento integral dos aportes não for realizado pela 777 Partners. Além disso, a sociedade não pode ser vendida para qualquer interessado.
O contrato também estipula que, caso a associação do Vasco recupere o direito de controle da SAF, a 777 Partners pode ser forçada a vender sua participação ao clube. Atualmente, o Vasco e a A-CAP, empresa controladora da 777 Partners, estão buscando revender a SAF, com os contratos suspensos judicialmente desde maio deste ano.
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