Depois do empate sem gols com o Cruzeiro, o lateral-esquerdo do Atlético-MG, Guilherme Arana, falou sobre a tentativa do Corinthians em contratá-lo nesta janela de transferências. Ele confirmou que houveram sondagens, mas que as conversas não passaram disso.
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No último sábado (18/1), o Galo empatou em 0 a 0 com o Cruzeiro, no Superclássico Mineiro disputado nos Estados Unidos. O empate marcou a primeira partida do Alvinegro no torneio amistoso disputado no Inter&Co Stadium, em Orlando, na Flórida.
Após o confronto, o lateral-esquerdo Guilherme Arana abriu o jogou sobre a possibilidade de se transferir para o Corinthians, time que o formou como atleta profissional.
“Teve sondagem, mas nunca chegou ao ponto de eu decidir sim ou não. Acho que o pessoal do Corinthians perguntou a minha situação aqui no Atlético. Mas nunca chegou ao ponto de perguntarem se eu quero ficar ou sair. Isso nunca chegou. Aconteceram sondagens”, disse Arana.
Revelado nas categorias do Corinthians, o lateral-esquerdo ganhou projeção nacional ao ponto de despertar o interesse de equipes europeias.
Em dezembro de 2017, o Corinthians acertou a venda de Guilherme Arana para o Sevilla, da Espanha, por 10 milhões de euros, cerca de 39 milhões de reais na cotação da época.
Pelo time espanhol, o lateral atuou 25 vezes, marcou 2 gols e deu três assistências. Em 2020, ele foi emprestado para a Atalanta, da Itália, jogou apenas 4 vezes e foi negociado com o Atlético-MG. Segundo o empresário do atleta, na época, o Galo desembolsou 2,5 milhões de euros, cerca de 11,7 milhões de reais, como taxa de empréstimo e outros 500 mil euros foram fixados por metade dos direitos econômicos dele. Ou seja, o clube alvinegro adquiriu 50% do passe do atleta por 3 milhões de euros, cerca de 14 milhões de reais. Posteriormente, a equipe adquiriu mais 40% por 2 milhões de euros, 9,3 milhões de reais.
Na volta ao Brasil, Arana se tornou um dos pilares do Atlético-MG e acumulou as conquistas da Copa do Brasil, do Campeonato Brasileiro e do tetracampeonato Mineiro. Além disso, foi convocado 10 vezes para a Seleção Brasileira e conquistou o Ouro nas Olimpíadas de Tóquio.