Rubens Menin abriu o jogo sobre a venda de Savinho ao City Football Group. O investidor do Atlético-MG revelou que liberar o jogador foi uma decisão difícil, porém necessária. O dinheiro chegou em boa hora para o Galo por um jogador que não tinha grande minutagem no elenco principal.
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Formado nas categorias de base do Atlético-MG, Savinho foi negociado com o City Football Group, donos do Manchester City, da Inglaterra, em 2022. O conglomerado investiu 25 milhões de euros, podendo chegar a 40 milhões de euros, cerca de 243 milhões de reais, por 87,5% dos direitos econômicos dele.
Dois anos depois, Savinho se transferiu do Troyes, da França, para o Manchester City. Os mesmos 25 milhões de euros foram pagos e o Atlético-MG recebeu cerca de 19 milhões de reais, contando o restante do percentual do passe e 1,7% do mecanismo de solidariedade.
Despontando como um dos principais jogadores do Citizens e convocado para a Seleção Brasileira pelo técnico Dorival Jr, Savinho ficou pouco tempo no Galo. Em entrevista à Galo TV, o investidor do clube, Rubens Menin, lamentou que ele tenha saída tão cedo, mas apontou que era necessário.
“Infelizmente, a gente teve que liberar o Savinho. Sabíamos que ele era craque. Não foi surpresa para ninguém. Veio a oportunidade do City. Vou dar um exemplo, vamos supor que o Alisson tivesse ficado no Atlético… No ano passado, ele tinha tido certa minutagem, mas talvez ele tivesse mais dificuldade nesse time do Atlético”, contou.
O empresário apontou que a pouca minutagem de Savinho no clube transformaram a proposta em algo muito vantajoso: “Sem minutagem, não tem jeito. A gente fez a escolha certa”. Mas admitiu que ele poderia ter recebido mais minutos.
“Podia. O Savinho já tinha jogado o final do campeonato. Estava mais pronto que o Alisson, mas ali a parte financeira foi pesada. Era mais importante. O Atlético estava precisando daquele dinheiro”, finalizou.