Joel Santana exige que 4 jogadores não sejam convocados

Joel Santana, Ronaldinho Gaúcho e Deivid durante treinamento do Flamengo (Foto: Reprodução)

Após a dura derrota da Seleção Brasileira por 4 a 1 diante da Argentina, pelas Eliminatórias, o ex-treinador Joel Santana fez duras críticas ao desempenho da equipe nacional. Em seu canal na internet, Joel não poupou palavras e sugeriu mudanças imediatas no elenco, citando nomes específicos e demonstrando insatisfação com escolhas recentes da comissão técnica.

“O que nós vimos na Seleção Brasileira já era esperado, mas não tão forte. Seleção horrorosa, sem iniciativa, com jogadores que já estão jogando pouco há muito tempo”, declarou o ex-comandante. A goleada aumentou a pressão sobre o técnico Dorival Júnior, que tem enfrentado dificuldades para estabilizar o rendimento do grupo nas últimas rodadas das Eliminatórias.

Marquinhos durante treinamento do Brasil (Foto: Lucas Figueiredo/CBF)

Entre os alvos de Joel, quatro jogadores foram duramente reprovados. O goleiro Bento foi o primeiro citado. “Pode ser o goleiro da seleção, mas não era hora de colocar”, afirmou. Na defesa, Murillo também recebeu críticas contundentes: “Parecia mais um Incrível Hulk: pesado, largado. Se você tinha Ortiz, por que colocou o Murillo?”, questionou.

A atuação de Marquinhos, zagueiro experiente, também foi colocada em xeque. “Tá só na boca. Marquinhos já foi a duas Copas do Mundo. Duas. Deu no que deu”, disparou Joel. Já o lateral Guilherme Arana foi responsabilizado diretamente pelo primeiro gol da Argentina. “Falta de entrosamento, falta de técnica, falta de tática”, resumiu.

Conforme Joel Santana, as falhas individuais refletiram diretamente na fraca atuação coletiva da Seleção. Para ele, as escolhas feitas na formação inicial contribuíram para o resultado negativo. “Se você tinha opções melhores, por que insistiu nesses nomes?”, questionou.

As declarações feitas no “Canal do Joel” ganharam repercussão nas redes sociais e ampliam o clima de insatisfação em torno da Seleção Brasileira. Assim sendo, enquanto os resultados não reaparecem, a pressão por reformulações deve continuar crescendo.