O jornalista André Rizek foi direto ao avaliar o momento atual do futebol brasileiro e apontar quem, segundo ele, deve ser o centroavante titular da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026. Em suas redes sociais, o apresentador do Seleção SporTV exaltou o talento de Endrick, hoje com 18 anos e jogador do Real Madrid. “Endrick é o melhor centroavante brasileiro desde 2023 e, disparado, aquele que tem mais futuro”, escreveu.
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Revelado pelas categorias de base do Palmeiras, o jovem atacante tem sido visto como uma das grandes promessas do futebol nacional. Atualmente no clube espanhol, Endrick segue ganhando espaço e confiança no cenário internacional, fator que fortalece seu nome para assumir o comando de ataque da equipe brasileira no próximo ciclo.

Ao mesmo tempo, Rizek aproveitou para criticar a postura de Dorival Júnior, técnico que esteve recentemente à frente da Seleção Brasileira e que foi demitido pela CBF na última semana. O comentarista desaprovou a maneira como o treinador tratou Endrick durante o período em que comandou a equipe. “Dorival pode ter tido suas questões com o garoto, mas tecnicamente não fez o menor sentido o gelo que deu nele. Até porque, quem jogou ali também não entregou muita coisa”, afirmou.
Além de defender o protagonismo de Endrick, Rizek também comentou sobre o retorno de Pedro à Seleção. O centroavante do Flamengo, que voltou a ser convocado em convocações recentes, não empolgou o apresentador. Na visão dele, a presença de Pedro não eleva o patamar ofensivo da equipe nacional.
Outro ponto levantado por Rizek foi a importância de Vinícius Júnior no esquema da Seleção. Para o jornalista, o próximo treinador do Brasil deve priorizar a criação de um time que jogue em função do camisa 7 do Real Madrid. “Gostaria de ver um técnico pensando e sabendo fazer isso”, disse, relembrando que o atacante teve desempenho abaixo da média na Copa do Catar, em 2022.
Por fim, Rizek expressou o desejo de ver Vini Júnior reproduzindo na Seleção o futebol que apresenta no clube merengue. Segundo ele, isso será possível caso a equipe seja estruturada com um mínimo de organização para valorizar as principais virtudes do atacante. “Se tiver um time minimamente arrumado pra ele”, concluiu.