O Botafogo volta a campo nesta quarta-feira (02 de abril), às 21h30 (horário de Brasília), para enfrentar a Universidad de Chile pela fase de grupos da Conmebol Libertadores. Atual campeão da competição, o clube carioca chega para a estreia com mudanças significativas tanto no elenco quanto na comissão técnica, em comparação ao time que iniciou a campanha de 2024.
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Uma das alterações mais marcantes está na área técnica. Artur Jorge, responsável por conduzir o Alvinegro ao título inédito no ano passado, deixou o clube para assumir o comando do Al-Rayyan. Com isso, a diretoria optou por contratar o português Renato Paiva, que teve o mês de março para ajustar a equipe. Embora a estreia no Brasileirão tenha terminado em empate sem gols contra o Palmeiras, a atuação foi considerada positiva.
A reformulação no elenco também foi profunda. Ao todo, 16 jogadores deixaram o clube entre o fim de 2024 e o início desta temporada. Entre as saídas mais sentidas estão Luiz Henrique, Thiago Almada e Júnior Santos — este último, artilheiro da edição anterior da Libertadores. Para compensar, chegaram 11 reforços, incluindo o meia uruguaio Santiago Rodríguez e o atacante Artur, contratados para substituir justamente Almada e Luiz Henrique.
Apesar da rotatividade, o clube manteve parte da base que conquistou o título continental. Barboza, Gregore e Marlon Freitas permanecem entre os titulares. Ainda assim, ausências são sentidas neste início de competição. Savarino, lesionado na estreia do Brasileirão, está fora da partida. Nathan Fernandes, Bastos e Danilo Barbosa também desfalcam o time comandado por Paiva.
A estratégia da SAF do Botafogo foi manter o planejamento de apostar em atletas jovens, com potencial de valorização e retorno técnico. “Renovamos o elenco, ele está mais jovem e investimos bastante mais uma vez. Só perdemos dois titulares do ano passado”, declarou o CEO do clube, Thairo Arruda, em entrevista ao Sportv.
A estreia de 2025 carrega peso não só pelo título conquistado anteriormente, mas também pela mudança de patamar no cenário continental. Se no ano passado o Botafogo iniciou a Libertadores ainda na fase preliminar, desta vez entra como cabeça de chave, com a missão de defender sua conquista e mostrar que, mesmo com tantas mudanças, segue forte na competição.