Dedé aponta técnico ideal para substituir Dorival Júnior no Brasil

Dedé em coletiva no Cruzeiro (Foto: Bruno Haddad/Cruzeiro)

A Seleção Brasileira segue em busca de um novo treinador após a demissão de Dorival Júnior, e o ex-zagueiro Dedé já tem sua escolha favorita para assumir o cargo. Ídolo de Cruzeiro e Vasco, o ex-jogador afirmou, em entrevista à ESPN, que Jorge Jesus seria a melhor opção para comandar o Brasil na Copa do Mundo de 2026. A declaração levanta um debate sobre o estilo de treinador que a equipe canarinho precisa no momento.

Jorge Jesus na Seleção? Dedé explica sua escolha

Jorge Jesus durante um jogo do Al-Hilal (Foto: Reprodução/Al-Hilal)

Para Dedé, Jorge Jesus tem o perfil ideal para organizar o time e impor respeito no vestiário. Além disso, ele destacou que o treinador português não aceita ‘corpo mole’, um fator essencial para extrair o máximo dos jogadores. Sendo assim, o ex-zagueiro acredita que o Mister conseguiria trazer uma nova mentalidade para a Seleção Brasileira.

“Jorge Jesus é um bom treinador. Ele teria um destaque muito bom na Seleção por colocar o jogador no seu devido lugar, independentemente de nome, status. É um cara que tem a personalidade dele, briga. Foi assim no Flamengo. Os jogadores falavam que, se não cumprisse as regras dele, estava fora. A Seleção precisa muito disso”, disse Dedé.

Vale destacar que Jorge Jesus não é o único nome especulado para assumir o comando do Brasil. A CBF também avalia opções como Carlo Ancelotti, Abel Ferreira e Renato Gaúcho. Por isso, a escolha do próximo treinador dependerá não apenas da experiência, mas do estilo de jogo e da capacidade de liderar um grupo repleto de estrelas.

Possível problema entre Jorge Jesus e Neymar pode pesar?

Cabe ressaltar que Jorge Jesus esteve envolvido em uma polêmica no início do ano, quando Neymar deixou o Al-Hilal e cogitou retornar ao Santos. Questionado sobre essa relação, Dedé minimizou o episódio e reforçou que o português pode ser um nome transformador para a Seleção.

Com isso, a CBF terá uma decisão importante pela frente. O novo técnico precisa não apenas montar um time competitivo, mas também resgatar o prestígio do Brasil no cenário mundial.