Ele recusou a proposta do Vasco para assinar com o Corinthians

Bandeira do Vasco da Gama (Foto: Reprodução/Vasco)

Uma escolha pode mudar os rumos de uma carreira. Foi exatamente isso que aconteceu com o volante Raniele, que teve a oportunidade de jogar pelo Vasco, mas optou por vestir a camisa do Corinthians. Em entrevista ao podcast DenilsonShow, o jogador revelou os bastidores dessa decisão e explicou por que recusou a proposta cruzmaltina, mesmo sendo financeiramente superior à do Timão.

Vasco fez proposta maior, mas Raniele tinha outro plano

Raniele em ação pelo Corinthians (Foto: Arquivo Pessoal)

O Vasco estava atento ao mercado e buscava reforçar o meio-campo, setor onde já conta com Hugo Moura, Paulinho, Tchê Tchê, Mateus Carvalho e Jair. Dessa maneira, o clube fez uma investida para contratar Raniele, que vinha de uma grande temporada pelo Cuiabá. No entanto, mesmo com uma proposta melhor, o jogador preferiu assinar com o Corinthians.

“Faltando uns quatro dias para a gente fechar com o Corinthians, chega o Vasco. O Vasco pagando até mais. Meu empresário perguntou: ‘E aí? O Vasco está oferecendo um pouquinho mais e tal’”, contou Raniele.

Vale destacar que a escolha não foi apenas financeira. Para o jogador, a atmosfera da Neo Química Arena pesou na decisão, já que ele já havia atuado lá e se impressionado com o clima do estádio.

O peso da torcida e a decisão final

Em sua entrevista, Raniele deixou claro que o fator emocional foi determinante. Além disso, ele mencionou que o conforto da família também foi levado em consideração.

“Aí eu falei com o meu pai e disse: ‘Já joguei na Neo Química umas vezes, e o bagulho lá é tenso, é loucura! Eu quero ir para lá’. Pô, a gente sempre pensa no conforto da família. Então, eu falei para o meu empresário: ‘Acerta com o Corinthians! Não vou para o Vasco, não. Vou jogar no Corinthians’”, afirmou.

Sendo assim, o volante seguiu seu desejo de atuar pelo Corinthians, deixando escapar a chance de reforçar o Vasco. Por isso, sua escolha mostra como, muitas vezes, aspectos emocionais e estruturais podem ser mais importantes do que a parte financeira no futebol.