
O Fluminense segue em busca de um novo treinador após a demissão de Mano Menezes. Entre as opções analisadas, Gabriel Milito era um dos preferidos da diretoria, mas o argentino decidiu recusar a proposta do Tricolor.
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A negativa pegou a diretoria de surpresa, já que o técnico era considerado um nome ideal para liderar a equipe na sequência da temporada.
Negociação travada e recusa inesperada

O presidente Mário Bittencourt chegou a oferecer uma proposta considerável para Milito, com salários de cerca de R$ 1,41 milhão por mês, totalizando aproximadamente R$ 17 milhões anuais.
O treinador argentino pediu um tempo para refletir sobre a oferta, mas acabou declinando o convite do Fluminense.
Vale destacar que a diretoria do clube viu em Milito um nome promissor, principalmente porque ele levou o Atlético-MG a duas decisões de Copa na temporada passada. Além disso, a participação do Fluminense na Copa do Mundo de Clubes era um atrativo para qualquer treinador que buscasse projeção internacional.
O desgaste no Brasil pesou na decisão
A recusa de Gabriel Milito não foi apenas por questões financeiras. O técnico argentino não teve uma passagem tranquila pelo futebol brasileiro e, segundo informações, o desgaste no Atlético-MG influenciou diretamente sua escolha.
Sendo assim, mesmo com uma proposta milionária e um projeto competitivo, Milito optou por não retornar ao Brasil. Isso porque sua saída do Galo não ocorreu da melhor forma, o que gerou um desconforto na ideia de assumir outro clube do país.
Renato Gaúcho à frente na disputa
Com a negativa do argentino, o Fluminense redireciona seus esforços para contratar um novo comandante o quanto antes. Renato Gaúcho aparece como o principal favorito, porque Dorival Júnior, outro nome ventilado, está inclinado a tirar um período sabático.
Dessa maneira, a expectativa é que o Tricolor anuncie seu novo técnico ainda nesta semana. Com isso, Mário Bittencourt intensifica as buscas para definir o quanto antes o futuro do comando técnico da equipe.